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	<title>Blog do Blabos de Blebe &#187; Dicas</title>
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	<description>Perl, tecnologia e algum blá blá blá</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Aug 2011 03:28:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Perl cada vez mais fácil</title>
		<link>http://blog.blabos.org/2011/01/perl-cada-vez-mais-facil/</link>
		<comments>http://blog.blabos.org/2011/01/perl-cada-vez-mais-facil/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 00:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blabos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Perl]]></category>

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		<description><![CDATA[A minha diversão remunerada favorita é programar em Modern::Perl, algo que a cada dia fica ainda mais divertido e simples. Uma das facilidades das quais estou tirando proveito hoje é o App::cpanminus do Miyagawa. Esse aplicativo foi criado para facilitar a instalação de módulos em ambientes com restrições de recursos, portanto ele não possui muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A minha diversão remunerada favorita é programar em <a href="http://www.modernperlbooks.com/">Modern::Perl</a>, algo que a cada dia fica ainda mais divertido e simples.</p>
<p style="text-align: justify">Uma das facilidades das quais estou tirando proveito hoje é o <a href="http://search.cpan.org/perldoc?App::cpanminus">App::cpanminus</a> do Miyagawa. Esse aplicativo foi criado para facilitar a instalação de módulos em ambientes com restrições de recursos, portanto ele não possui muitas dependências e tem um baixo footprint.</p>
<p style="text-align: justify">Em <a href="https://github.com/blabos/Docs/wiki/Instalando-Catalyst-com-local::lib">alguns</a> <a href="http://blog.blabos.org/2010/02/criando-um-mini-mirror-do-cpan-com-o-cpanmini/">posts</a> <a href="http://blog.blabos.org/2009/08/instalando-modulos-do-cpan-via-locallib/">antigos</a> eu mostrei como configurar o aplicativo cpan, instalar módulos no home do usuário e criar um mini mirror local com CPAN::mini, então como aquecimento para o Equinócio que se aproxima eu vou atualizar esses tutoriais tornando os posts anteriores obsoletos.</p>
<p><span id="more-751"></span></p>
<p style="text-align: justify">Para contextualizar os novos leitores vamos a um rápido overview das ferramentas abordadas:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://search.cpan.org/perldoc?cpan">cpanm</a></strong> e <strong><a href="http://search.cpan.org/perldoc?cpanm">cpanm</a></strong>: são aplicativos que automatizam a instalação de módulos Perl publicados no repositório www.cpan.org.</li>
<li><strong><a href="http://www.cpan.org">www.cpan.org</a></strong>: É o repositório de módulos Perl onde podemos encontrar (hoje) cerca de 89768 módulos escritos por cerca de 8734 autores, para as mais diversas finalidades. Frequentemente alternamos o significado da palavra cpan entre &#8220;o repositório da web&#8221; e o &#8220;aplicativo de instalação de módulos&#8221;.</li>
<li><strong><a href="http://search.cpan.org/perldoc?local::lib">local::lib</a></strong>: é um módulo (ou biblioteca) que facilita a instalação de outros módulos em diretórios que não os da instalação padrão, o que é útil quando você não possui privilégios administrativos e precisa de alguns módulos extras.</li>
<li><strong><a href="http://search.cpan.org/perldoc?CPAN::Mini">CPAN::Mini</a></strong>: é outro módulo que permite a criação de um mini repositório local com a última versão de cada módulo do cpan. Isso é muito útil quando você precisa instalar módulos em um ambiente que não possui acesso à internet.</li>
</ul>
<h3>Mão na massa</h3>
<p style="text-align: justify">Bom o primeiro passo agora, ao invés de configurar o aplicativo cpan é baixar e instalar o cpanm. Quando essa etapa é feita em conjunto com o sudo, o cpanm é instalando na árvore padrão de instalação do Perl. Para instalar no seu home basta executar:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">curl <span style="color: #660033;">-L</span> http:<span style="color: #000000; font-weight: bold;">//</span>cpanmin.us <span style="color: #000000; font-weight: bold;">|</span> <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">perl</span> - App::cpanminus</pre></div></div>

<p style="text-align: justify">Entretanto isso ainda não configurou o seu ambiente. O cpanm foi instalado em <code>$HOME/perl5/bin</code>, mas seu <code>$PATH</code>, as variáveis de ambiente e o local::lib ainda não estão prontas.</p>
<p style="text-align: justify">Para instalar o módulo local::lib faça:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #007800;">$HOME</span><span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>perl5<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>bin<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>cpanm <span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">local</span>::lib</pre></div></div>

<p style="text-align: justify">Especificar o caminho completo é necessário porque ainda não adicionamos o diretório de instalação local na variável de ambiente <code>$PATH</code>. Para fazer isso executamos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">'eval $(perl -I$HOME/perl5/lib/perl5 -Mlocal::lib)'</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">&gt;&gt;</span> ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.bashrc</pre></div></div>

<p style="text-align: justify"><strong>Nota</strong>: No Mac o arquivo é o .profile ao invés do .bashrc.</p>
<p style="text-align: justify">Isso faz com que a cada login, o ambiente pergunte ao módulo local::lib onde estão os outros módulos. Note que desta vez não precisamos exportar a variável <code>PERL_MM_USE_DEFAULT</code> porque o cpanm resolve as dependências de uma forma um pouco mais esperta que o seu irmão mais velho.</p>
<p style="text-align: justify">Para finalizar esta etapa, feche o terminal e abra novamente para carregar as variáveis ou execute:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">. ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.bashrc</pre></div></div>

<p style="text-align: justify">Agora, se você quiser configurar o mini repositório, os passos são os mesmos:</p>
<ol>
<li>Instalar o módulo CPAN::Mini;</li>
<li>Criar o arquivo de configuração para ele;</li>
<li>Executar o comando minicpan;</li>
</ol>
<p style="text-align: justify">A instalação pode ser feita com o comando:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">cpanm CPAN::Mini</pre></div></div>

<p style="text-align: justify">O arquivo de configuração (~/.minicpanrc) pode ser criado com o conteúdo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">local</span>: ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>minicpan
remote: http:<span style="color: #000000; font-weight: bold;">//</span>www.cpan.org</pre></div></div>

<p style="text-align: justify">Daí é só executar o comando minicpan e esperar o repositório ser baixado (aproximadamente 1.5 GB).</p>
<p style="text-align: justify">Para que o <code><strong>cpanm</strong></code> aponte para o repositório local você deve invocá-lo passando com o seguinte parâmetro extra:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">cpanm <span style="color: #660033;">--mirror</span> ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>minicpan <span style="color: #660033;">--mirror-only</span></pre></div></div>

<p style="text-align: justify">Ou para maior conveniência criar um alias:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> <span style="color: #ff0000;">&quot;alias cpanmm='cpanm --mirror ~/minicpan --mirror-only'&quot;</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">&gt;&gt;</span> ~<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>.bashrc</pre></div></div>

<p style="text-align: justify">Após recarregar o .bashrc você terá disponíveis os comandos <code><strong>cpanm</strong></code> que baixa os módulos diretamente da internet e o <code><strong>cpanmm</strong></code> que instala os módulos a partir do seu repositório local.</p>
<p style="text-align: justify">Não se esqueça de executar o comando <code><strong>minicpan</strong></code> pelo menos uma vez por semana para manter o seu repositório local atualizado.</p>
<h3>Referências:</h3>
<ul>
<li><a href="http://edencardim.com/">Eden Cardim</a></li>
<li><a href="http://search.cpan.org/perldoc?App::cpanminus">App::cpanminus</a></li>
<li><a href="http://www.cpan.org">cpan.org</a></li>
<li><a href="http://search.cpan.org/perldoc?local::lib">local::lib</a></li>
<li><a href="http://search.cpan.org/perldoc?CPAN::Mini">CPAN::Mini</a></li>
</ul>
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		<title>O Caos, a Moda e o Hacker</title>
		<link>http://blog.blabos.org/2010/07/o-caos-a-moda-e-o-hacker/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 20:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blabos</dc:creator>
				<category><![CDATA[C/C++]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Perl]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Caos Nesta sexta feira aconteceu a última aula do curso de férias de 20hs que eu e alguns amigos ministramos na FEI sobre introdução ao Linux. Gostaria de registrar mais uma vez nosso agradecimento por todo o apoio que recebemos da instituição, representada pelo Professor Plínio. O curso foi carinhosamente redefinido durante a semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>O Caos</h3>
<p style="text-align: justify;">Nesta sexta feira aconteceu a última aula do curso de férias de 20hs que eu e alguns amigos ministramos na <a href="http://www.fei.edu.br">FEI</a> sobre introdução ao Linux. Gostaria de registrar mais uma vez nosso agradecimento por todo o apoio que recebemos da instituição, representada pelo <a href="http://www.fei.edu.br/~plinio.aquino/">Professor Plínio</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso foi carinhosamente redefinido durante a semana como &#8220;Uma caótica e divertida introdução ao mundo Linux&#8221;, pois ao invés de nos focarmos em memorização de comandinhos, tentamos mostrar aos alunos como se virar sozinhos, habituando-os a usar o manual e deixando-os confortáveis o suficiente para experimentar.</p>
<p><span id="more-725"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A temática foi mais ou menos no estilo de &#8220;O que acontece se eu apertar esse botão vermelho?&#8221;, onde até mesmo os instrutores faziam coisas erradas para utilizar isso como gancho para o tópico seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro dia falamos para os alunos que eles não precisavam de um curso com especialistas para que pudessem explorar o sistema, então a frase mais usada foi &#8220;Não sei. Vamos procurar no man?&#8221;, seguida de uma ajudinha sobre como localizar e entender o manual corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse formato, interagimos sobre manuais, comandos básicos, organização do sistema de arquivos, permissões, pipes, descritores de arquivos, redirecionamento de E/S, particioamento entre outros tópicos, sempre focando nas dúvidas dos alunos, ao invés de no programa do curso, mostrando que eles poderiam destrinchar um determinado assunto tão profundamente quanto quisessem.</p>
<p style="text-align: justify;">Naturalmente, acabamos não tendo tempo de entrar em vários assuntos, mas os tópicos que não abordamos, ou os termos mais específicos eram deixados no quadro para que eles anotassem e pesquisassem por conta própria, sempre tomando o cuidado de dar uma direção, de forma que eles não ficassem perdidos ou com tudo mastigado.</p>
<p style="text-align: justify;">Na quata feira, abordamos a instalação do Linux, tomando como exemplo o Ubuntu. Até mesmo um pendrive que corrompeu algumas ISOs serviu de gancho para falarmos de checksum. Em pouco tempo eles já estavam configurando o sistema sozinhos, atualizando e instalando pacotes sem que precisássemos interferir muito.</p>
<p style="text-align: justify;">A quinta feira foi o dia mais audacioso para um curso introdutório. Focando nas necessidades dos alunos, abordamos ferramentas de desenvolvimento e debug. Demos uma visão geral das etapas de compilação, mostramos como as macros são pre-processadas, como é gerado código objeto e como os objetos são linkados. Falamos brevemente sobre cpp, gcc, ld, gdb, nm, objdump, e sobre como as bibliotecas são criadas, sem assustar com os comandos, focando nos conceitos por trás de tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora esse seja um tópico razoavelmente avançado, mostramos para os alunos que eles tinham plenas condições de entender o que estava acontecendo e se aprofundarem no assunto caso quisessem. Mostramos que existe e deixamos por conta da curiosidade de cada um.</p>
<h3>A moda</h3>
<p style="text-align: justify;">Na sexta feira trouxemos um questionamento sobre a humanidade das pessoas que operam as máquinas e sobre como a tecnologia pode ser prejudicial para elas. Tentamos fazer os alunos questionarem-se sobre o porquê de terem escolhido essa carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">A esse bate papo seguiu-se uma sessão de perguntas sobre mercado onde foi perguntado quais tecnologias deveriam ser aprendidas para se destacar no mercado. Foi levantada a questão do conhecimento motivado pelo produto, sendo que a visão do mercado é que devemos buscar o conhecimento somente se motivados por um problema ou criação de produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, não tivemos tempo suficiente para uma discussão mais abrangente, mas neste ponto, a opinião dos instrutores diverge da opinião do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos sabemos que a necessidade motiva. Não discordamos disto. O que não aceitamos é que a busca pelo conhecimento seja podada pela existência ou não de uma determinada necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando estamos sujeitos às modas do mercado estamos sempre um passo atrás do que está acontecendo. Alguém determinou que a tecnologia X é o estado da arte da computação e só nos resta correr feito loucos para continuar fazendo parte do rebanho. Nós nos tornamos escravos. Seres passivos, reativos.</p>
<p style="text-align: justify;">E sem liberdade de pensamento, sem sentimentos, sem criatividade, nós perdemos aquilo que nos faz humanos. Nós nos tornamos máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Querem um exemplo?</p>
<p style="text-align: justify;">Na década de 90, a moda do mercado era Delphi. Toda vez que um aluno perguntava o que deveria aprender para entrar no mercado, a resposta era: Delphi. Porque Delphi era utilizado em muitas empresas, porque a maioria das vagas em aberto eram para programadores Delphi, etc. Assim, uma massa enorme de pessoas foi estimulada a aprender uma ferramenta, sem se preocupar com base algorítmica, lógica, estrutura ou estilo. Grande parte tornou-se mão de obra barata e dispensável.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando os ventos do mercado sopraram em uma outra direção, quem não estava realmente preparado foi varrido do mapa.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois vieram o Java, o .NET, o Ruby, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Então você está dizendo que essas linguagens são ruins? Definitivamente não, e esse nem é o foco. A sacada é que mesmo nessas linguagens da moda, poucas pessoas estão realmente preparadas e bem posicionadas, enquanto a maioria é só mão de obra substituível e barata.</p>
<p style="text-align: justify;">O que faz um profissional ser bem sucedido é sua capacidade de resolver problemas, e não quantas ferramentas ele sabe manipular.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que quanto mais ferramentas à sua disposição, mais fácil tende a ser o seu trabalho, mas isso só é verdade se você possuir base o suficiente para escolher qual ferramenta se aplica e qual não se aplica. Essa talvez seja a melhor medida de competência.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao questionamento anterior, se você só buscar o conhecimento quando houver uma necessidade, você provavelmente não terá à sua disposição conteúdo suficiente para fazer uma boa escolha quando precisar. Na verdade a escolha já terá sido feita por outra pessoa e só te restará a opção de acatar e seguir, depois é claro de correr atrás para aprender o que outra pessoa decidiu que é melhor para você.</p>
<h3>Non Dvcor Dvco</h3>
<p style="text-align: justify;">Quando alguém me pergunta o que deve aprender para entrar no mercado de trabalho, em sempre me lembro da frase que está na bandeira da cidade de São Paulo: Não sou conduzido, conduzo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então eu digo que a pergunta está invertida. Está tudo errado e essa falácia é vendida com pompa e circunstância. Você não tem que aprender nada para agradar ao mercado, na verdade o que você tem que fazer é deixar o mercado querendo ter você, te desejando.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você fica sempre preocupado com o que os outros querem que você faça, você estará sempre um passo atrás, buscando algo que não é o que você deseja, e que assim que o vento mudar pode se tornar inútil.</p>
<p style="text-align: justify;">Pergunte ao invés disso <strong>quais as características que você precisa desenvolver para se tornar um profissional desejado</strong>. A resposta é simples. Seja excelente. Escolha aquilo que mais lhe dá prazer e dedique-se com afinco. Prepare-se, busque embasamento, não se prenda a ferramentas e comandos, procure conhecer o que está em torno do que você está fazendo. Seja curioso, <a href="http://www.istf.com.br/?page=perguntas">pergunte</a>. Aprenda a ser um <a href="http://www.linux.ime.usp.br/~rcaetano/docs/hacker-howto-pt.html">hacker</a> no verdadeiro sentido da palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você parar de se preocupar com o que está na moda você vai perceber que há vagas que não conseguem ser preenchidas por empurradores de rato.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque sempre o conhecimento, mesmo que sem uma aplicação óbvia, pois as grandes invenções da humanidade só foram possíveis depois de integrar idéias muitas vezes não relacionadas. Há sempre mais de uma ciência por trás de tudo que você toca.</p>
<p style="text-align: justify;">Explore com paixão o máximo de suas habilidades, que o sucesso será uma mera cosequência.</p>
<h3>Apêndice</h3>
<p style="text-align: justify;">Especialmente mas não exclusivamente para os alunos do curso, deixo alguns links interessantes:</p>
<ul>
<li><a href="http://catb.org/esr/faqs/hacker-howto.html">How To Become A Hacker</a></li>
<li><a href="http://catb.org/esr/faqs/smart-questions.html">How To Ask Questions The Smart Way</a></li>
<li><a href="http://www.unix.org/">The UNIX System</a></li>
<li><a href="http://www.gnu.org/">GNU Operating System</a></li>
<li><a href="http://www.minix3.org/">The MINIX 3 Operating System</a></li>
<li><a href="http://www.freebsd.org/">Free BSD</a></li>
<li><a href="http://kernel.org/">Linux Kernel</a></li>
<li><a href="http://www.gnu.org/software/bash/">Bash</a></li>
<li><a href="http://kornshell.com/">KornShell</a></li>
<li><a href="http://tldp.org/">The Linux Documentation Project</a></li>
<li><a href="http://tldp.org/LDP/abs/html/">Advanced Bash-Scripting Guide</a></li>
<li><a href="http://tldp.org/HOWTO/Program-Library-HOWTO/">Program Library HOWTO</a></li>
<li><a href="http://focalinux.cipsga.org.br/">Guia Foca GNU/Linux</a></li>
<li><a href="http://www.projetofedora.org/">Fedora Brasil</a></li>
<li><a href="http://www.ubuntu-br.org/">Ubuntu-BR</a></li>
<li><a href="http://www.slackware.com/">Slackware</a></li>
<li><a href="http://gcc.gnu.org/">GCC</a></li>
<li><a href="http://www.perl.org/">Perl</a></li>
<li><a href="http://www.xfree86.org/">XFree86</a></li>
<li><a href="http://www.x.org/">Xorg</a></li>
<li><a href="http://www.compiz.org/">Compiz</a></li>
<li><a href="http://git-scm.com/">Git</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando e integrando Eclipse, CDT, Qt, Subversion, Perl, Vim e Web Tools somente com o mouse</title>
		<link>http://blog.blabos.org/2009/02/instalando-e-integrando-eclipse-cdt-qt-subversion-perl-vim-e-web-tools-somente-com-o-mouse/</link>
		<comments>http://blog.blabos.org/2009/02/instalando-e-integrando-eclipse-cdt-qt-subversion-perl-vim-e-web-tools-somente-com-o-mouse/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 03:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blabos</dc:creator>
				<category><![CDATA[C/C++]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eee]]></category>
		<category><![CDATA[Perl]]></category>
		<category><![CDATA[Qt]]></category>
		<category><![CDATA[Subversion]]></category>
		<category><![CDATA[VIM]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo atrás em um post nem tão longe daqui, nós mostramos como instalar o eclipse com plugins para desenvolvimento em Qt e integrando com o Subversion. Mas o tempo passa, as versões mudam e tudo fica diferente, e desta vez vamos mostrar como fazer isso apenas com cliques e num Eee Pc. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há muito tempo atrás em um <a href="http://blog.blabos.org/2008/05/eclipseqtsvn/">post</a> nem tão longe daqui, nós mostramos como instalar o eclipse com plugins para desenvolvimento em Qt e integrando com o Subversion. Mas o tempo passa, as versões mudam e tudo fica diferente, e desta vez vamos mostrar como fazer isso apenas com cliques e num Eee Pc.</p>
<p><span id="more-391"></span></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que não é o tipo de coisa que deve ser usada para torturar um netbook, pois ele não foi desenhado para ser uma estação de desenvolvimento. Tanto é que ao final da instalação acabou o espaço disponível em disco, que já não era muito. Em termos de desempenho também não fica lá essas coisas, afinal é um NETbook, não un NOTEbook.</p>
<h2>Passo #0: Instalação do Java</h2>
<p style="text-align: justify;">Desta vesta vez ao invés de instalar a JRE na mão, utilizamos o synaptic, onde é só mandar procurar, clicar e instalar. Eu me contento com as versões disponíveis do java. Para maiores detalhes, seguem os links habituais: <a href="http://java.sun.com/javase/downloads/index.jsp">Download do Java</a> e <a href="http://java.sun.com/javase/6/webnotes/install/index.html">Dicas de Instalação</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/synaptic-java.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_synaptic-java.png" /></a></p>
<h2>Passo #1: Instalação do Eclipse</h2>
<p style="text-align: justify;">Eu vou continuar baixando e instalando o eclipse diretamente do seu <a href="http://www.eclipse.org/downloads">site</a>, pois a versão disponibilizada via synaptic é velha demais para mim <img src='http://blog.blabos.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> . Eu preferi o eclipse SDK, aquele que vem com o Java ao invés do CDT. Mas você pode escolher qualquer um.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/eclipse.org.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_eclipse.org.png" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Feito o download, um duplo clique no arquivo abre o descompactador. Daí é só mandar extrair em algum diretório à sua escolha. Eu preferi deixar no ~/local, já que ficando no meu home, não vou precisar de permissão de administrador para instalar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/03-install.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_03-install.png" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Eu também precisei <a href="http://gnome-look.org/content/show.php/Eclipse+IDE+icon?content=20398">baixar o ícone</a>, pois ou no pacote não tem, ou está escondido demais para mim.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/05-install.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_05-install.png" /></a></p>
<h2>Passo #2: Instalando o CDT</h2>
<p style="text-align: justify;">Para isso bastar abrir o eclipse e ir em Help&gt;Softwares Updates procurar po cdt e mandar ver na instalação. Ao terminar, o eclipse pede para ser reiniciado. Como pessoa bondosa que sou eu respondo sim cada vez que ele me pergunta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/06-cdt.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_06-cdt.png" /></a></p>
<h2>Passo #3: Integração com o Subversion</h2>
<p style="text-align: justify;">Esse é um pouco menos fácil. Vá em Help&gt;Softwares Updates e procure por, advinhe? mylyn. Pra começar a brincadeira isso vai ser necessário para a instalação da integração com Subversion. Daí o de sempre, next, nex, install. Depois, Help&gt;Softwares Updates procure por svn e mais uma vez, next, next, install. O problema é que isso vai instalar somente a integração (???), ainda faltam os conectores (???), ou seja, integra, mas não integra tanto assim&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/08-mylyn.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_08-mylyn.png" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/07-subversive.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_07-subversive.png" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A instalação dos conectores é feita via um <a href="http://www.polarion.org/index.php?page=installation&#038;project=subversive#install">site próprio</a>. Mas cuidado agora, a menos que você esteja no windows, evite os pacores win32, óbvio. Isso vai te poupar muitas dores de cabeça, pois o eclipse é meio tímido quando o assunto é sobre os erros. Feito isso, next, next, install, e reiniciar o eclipse denovo&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/10-connector.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_10-connector.png" /></a></p>
<h2>Passo #4: Integração com Perl</h2>
<p style="text-align: justify;">A integração com Perl é bem simples de ser instalada, bastando adicionar o <a href="http://www.epic-ide.org">site do EPIC</a> e mandar ver no next, next, install&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/13-epic.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_13-epic.png" /></a></p>
<h2>Passo #5: Qt Eclipse Integration</h2>
<p style="text-align: justify;">Pra variar, nada de next, next, intall. Desta vez, é baixar do site da <del>TrollTech</del> <a href="http://www.qtsoftware.com/developer/eclipse-integration">Qt Software</a>, duplo clique e mandar descompactar no mesmo diretório que o eclipse foi descompactado, no meu caso ~/local. Nâo é dentro do diretório do eclipse, é fora, no mesmo nível, pois o arquivo da integração com o Qt vai criar um diretório eclipse/ onde for descompactado e esse diretório precisa combinar com o diretório do eclipse.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/14-qt-eclipse-integration.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_14-qt-eclipse-integration.png" /></a></p>
<h2>Passo #6: Web Tools</h2>
<p style="text-align: justify;">Ultimamente eu ando me arriscando denovo no mundo do desenvolvimento web com o Catalyst. Por isso algumas ferramentas como um editor de html ajudam muito. Eu usava o kate, mas agora descobri os plugins do próprio eclipse. Então, mãos à obra, pra variar, Help&gt;Softwares Updates, procurar por web e então next, next, install.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/17-web.png"><img border="1" src="http://img.blabos.org/blog/posts/2009/02/eclipse/thumb_17-web.png" /></a></p>
<h2>Passo #7: Vim Plugin</h2>
<p style="text-align: justify;">Por último e não menos importante não dá pra deixar o Eclipse completo, sem integrá-lo com o mais importante IDE de todos os tempos, <strong>o VIM</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser o Vim uma ferramenta de &#8220;modo texto&#8221;, a instalação do <a href="http://vimplugin.org/installation">Vim Plugin</a> não tem screen shots <img src='http://blog.blabos.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  . Mas não se preocupem, basta acessar o site dele e seguir as poucas intruções. Não se esqueçam de marcar no eclipse a opção &#8216;Embed Vim&#8217; pois senão ao abrir os arquivos ele vai abrir uma janela nova.</p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p style="text-align: justify;">A nova versão do Eclipse, Ganymede, está bem mais produtiva e fácil de instalar. Já é até possível instalar a maioria dos plugins sem muita dor de cabeça. A integração com o Qt e Subversion, por exemplo, são duas mãos na roda principalmente para os desenvolvedores independentes. As ferramentas de edição de HTML, apesar de deixarem um pouco a desejar, também estão muito boas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o meu workspace ser perfeito só faltava o Eclipse ser bonito como o <a href="http://labs.trolltech.com/blogs/category/qtcreator/">QtCreator</a>, o EPIC funcionar como a parte do <a href="http://padre.perlide.org/">Padre</a> que funciona e o plugin do VIM ser um pouco mais decente, mas afinal não dá pra copiar o VIM, né&#8230;</p>
<h2>Links Interessantes</h2>
<p style="text-align: justify;">
<ul>
<li><a href="http://www.eclipse.org">Eclipse.org</a></li>
<li><a href="http://www.qtsoftware.com/">Qt Software</a></li>
<li><a href="http://labs.trolltech.com/blogs/category/qtcreator/">QtCreator</a></li>
<li><a href="http://www.polarion.org/index.php?page=overview&#038;project=subversive">Polarion Community</a></li>
<li><a href="http://svnbook.red-bean.com/">SVN Redbook</a></li>
<li><a href="http://www.epic-ide.org/">EPIC &#8211; Eclipse Perl Integration</a></li>
<li><a href="http://padre.perlide.org/">Padre &#8211; Perl IDE</a></li>
<li><a href="http://vimplugin.org/">VIM Plugin</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Bizarrices de supermercado</title>
		<link>http://blog.blabos.org/2008/12/bizarrices-de-supermercado/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 13:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blabos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bla Bla Bla]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada como passear por um supermercado moderno para encontrar bizarrices modernas. Conheçam a incrível tomada com proteção anti-uso e o avançadíssimo Linux 5.0 Tomada com proteção anti-uso Estávamos procurando uma extensão para colocar o computador em um outra parede. Nada de gambiarra do tipo ninho de benjamins, era só para mudar a tomada de lugar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nada como passear por um supermercado moderno para encontrar bizarrices modernas. Conheçam a incrível tomada com proteção anti-uso e o avançadíssimo Linux 5.0</p>
<p><span id="more-178"></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">Tomada com proteção anti-uso</h3>
<p style="text-align: justify;">Estávamos procurando uma extensão para colocar o computador em um outra parede. Nada de gambiarra do tipo ninho de benjamins, era só para mudar a tomada de lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que <strong>*TODAS*</strong> as extensões encontradas no supermercado tinham na tomada uma proteção para impedir que alguém sem capacidade para usar tomadas tome choque, crianças por exemplo. Só esqueceram de avisar ao fabricante que nem todos os eletrodomésticos  vem com plugue de liquidificador&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Na embalagem diz: extensão múltipla&#8221;: liquidificador, batedeira, cafeteira&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/extensao-01.jpg"><img src="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/extensao-01.jpg" alt="Extensão Múltipla" width="250" border="1" vspace="3" hspace="3" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/extensao-02.jpg"><img src="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/extensao-02.jpg" alt="Extensão Múltipla" width="200" border="1" vspace="3" hspace="3" /></a></p>
<h3 style="text-align: justify;">Novo Linux 5.0</h3>
<p style="text-align: justify;">Aproveitamos para dar uma passada na seção de computadores e vimos este é o ano do Linux nos Desktops&#8230; Afinal já tem desktop saindo com o novíssimo Linux 5.0! E eu achando que ainda estava na versão 2.6 &#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/linux-01.jpg"><img src="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/linux-01.jpg" alt="Linux 5.0" width="200" border="1" vspace="3" hspace="3" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/linux-02.jpg"><img src="http://img.blabos.org/blog/posts/2008/12/31/bizarro/linux-02.jpg" alt="Linux 5.0" width="250" border="1" vspace="3" hspace="3" /></a></p>
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		<title>Como escrever uma redação aleatória</title>
		<link>http://blog.blabos.org/2008/09/como-escrever-uma-redacao-aleatoria/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 21:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blabos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bla Bla Bla]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrever bem é uma tarefa que exige talento, planejamento e tempo, no entanto diversas entrevistas de emprego exigem que o pobre candidato construa uma redação de X linhas em Y tempo. Isso às vezes gera resultados catastróficos. A primeira etapa envolve a escolha de um tema. Um candidato paranóico sempre faz uma pesquisa sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Escrever bem é uma tarefa que exige talento, planejamento e tempo, no entanto diversas entrevistas de emprego exigem que o pobre candidato construa uma redação de X linhas em Y tempo. Isso às vezes gera resultados catastróficos.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira etapa envolve a escolha de um tema. Um candidato paranóico sempre faz uma pesquisa sobre a empresa e se prepara para escolher um tema que cative o entrevistador.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do tema, desenvolve-se uma tese escolhendo um determinado ponto de vista. Alguns minutos já são suficientes para pensar em introdução, argumentos e conclusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma introdução de quatro ou cinco linhas, seguida por pelo menos dois parágrafos de idêntico tamanho já gera texto suficiente para abordar o tema e defender a tese. Um bom espaçamento também ajuda a aumentar o número de linhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Redações de entrevistas não precisam primar pela qualidade da abordagem do assunto. O importante é demonstrar clareza e preencher no mínimo vinte linhas, pois na maioria das vezes o texto só servirá para o exame grafológico, nem será lido.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um pouco de boa vontade e paciência, as linhas vão surgir na ponta do lápis.</p>
]]></content:encoded>
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