Instabilidades
Esta semana estaremos enfrentando instabilidades no blog, mas não temam. É apenas um upgrade para atender nosso público cada vez maior.
Muito obrigado a todos.
Os fantasmas se divertem…
Quase um ano depois, por um acaso do destino, passei por lá. Parece finalmente uma casa mal assombrada. Coitados! Os devoradores de almas devem estar famintos sem nós…
A Bela e a Fera
Recentemente, visitando um certo site, me deparei com uma tradução livre do seguinte texto da Wikipedia, falando sobre Perl:
“The language is intended to be practical (easy to use, efficient, complete) rather than beautiful (tiny, elegant, minimal)”
Discordo completamente, e oras, com todo respeito, a wiki não é a palavra final quando se fala de Perl, o local mais correto a se visitar é www.perl.org, a “casa” da linguagem na web.
Perl foi desenvolvida por Larry Wall, especialista em lingüística, com o objetivo de ser uma linguagem de programação com uma sintaxe o mais próximo possível da linguagem natural.
Todos já sabem que ela é uma linguagem robusta, multiplataforma, multiparadigma, e de propósito geral; que ela toma emprestado várias funcionalidades de outras linguagens como C, awk, BASIC e muitas outras, sendo utilizada em vários ambientes de missão crítica.
Todos sabem também que ela é conhecida por se uma linguagem de sintaxe livre, podendo ser tão bela ou tão feia quanto se queira. Seu código pode ser simples, ou pode parecer Grego.
Perl pode ser utilizada para fazer poesias, para falar de amor, como pode ser feia?
Por outro lado, sua sintaxe permite códigos extremamente curtos que são às vezes difíceis de serem entendidos por olhos leigos.
Fora dos ambientes de trabalho, assim como em outras linguagens largamente utilizadas, existem os campeonatos de código obscuro.
O grande problema é que a má interpretação literal e descontextualizada do “Tim Toady” dá à linguagem a fama de ser complicada e feia.
O interessante e engraçado livro Perl Best Pratices, do Damian Conway trata justamente de como codificar utilizando bons padrões e estilos, dando 256 dicas de como manter seu código mais claro, robusto, eficiente, fácil de manter e conciso.
Uma boa parte das dicas podem ser aplicadas em qualquer linguagem, e uma das coisas que ele deixa bem claro é que nenhuma linguagem é capaz de obrigar o programador a codificar de forma decente.
Nos próximos posts eu vou comentar algumas das dicas no livro.
Se você quer mais informações sobre Perl, acesse os links:
www.perl.org
CPAN
Rio de Janeiro Perl Mongers
Ameba

Recentemente um ?programador? de uma linguagem de modinha, me presenteou com a pérola acima:
Sem comentários…
Pelo menos eu lavo minhas próprias cuecas…
E SIM, vou continuar doando meu tempo para ajudar na tradução, pois, o nosso público alvo tem QI de mais de um dígito, e sei que muita gente ainda sofre com a barreira do idioma, como eu sofri quando comecei.
Agradeço a todos da equipe de tradução, e a todos que utilizarem o fruto do nosso esforço.
Abraços

